Tropa de Elite 2

Tropa de Elite tem lá os seus defeitos. E eu diria que de uma forma geral os defeitos do primeiro longa se repetiram no segundo. Afinal, a PM é retratada como a escória da humanidade e o BOPE tido como grupo incorruptível. Acredito que nem tanto ao céu e nem tanto ao inferno. Sem contar que boa parte dos espectadores saem da sessão querendo ver os ‘vagabundos’ sendo metralhados e espancados na vida real, numa espécie de esperança de contra-ataque à violência que vemos e convivemos diariamente, o que na verdade é meio que o inverso do que o diretor deseja.

Entretanto, mesmo em meio a tanto sangue, sessões de ‘saquinho no vagabundo’, e etc, Tropa de Elite traz também uma valorização dos princípios e do caráter, coisa rara de se ver no Brasil de hoje. Nascimento, Mathias e Fraga agem sempre motivados por intenções nobres, enquanto que os corruptos agem sempre com o objetivo de enriquecer ilicitamente, manter e aprimorar o sistema onde eles tenham seu espaço garantido. A coisa é tão bem feita que por algumas vezes ouvi gritos de ‘safado’ e ‘filho da puta’ quando mostradas as ações dos corruptos na tela (sobretudo do Rocha). E nesse ponto destaco a importância do elenco. Wagner Moura, André Ramiro e Irandhir Santos conseguem imprimir verossimilhança a seus personagens que poderiam soar irreais, não fosse o talento deles, agindo sempre de forma correta no meio de tanta safadeza e desonestidade. Vale destacar também a forma como Moura caracteriza Nascimento, evidenciando sempre o seu aspecto cansado, passados 10 anos do primeiro filme e em uma atividade que consome tanto dele, e a paixão com que Fraga defende as suas teorias e idéias, típicas de alguém que dedicaria sua vida a defender os direitos humanos. Milhen Cortaz consegue ilustrar bem a figura daquele que ainda enfrenta um certo conflito moral mas que se deixa vencer pela falta de coragem para confrontar. Sandro Rocha, na pele do Major Rocha, merece destaque. Consegue fazer o seu personagem ser um dos mais odiados do cinema nacional recente sem recorrer à artifícios usualmente utilizados para vilões. Palmas mais uma vez para Fátima Toledo na preparação de elenco (que está lançando um livro detalhando o seu método e em breve pretende estrear na direção de um longa).

Padilha consegue manter a tensão e o ritmo durante todo o filme mas a maior virtude do longa ao meu ver está na visão à respeito da corrupção. Tropa de Elite 2 mostra que existe sim um sistema complexo envolvendo política, mídia e instituições públicas como a própria polícia e que o combustível desse sistema é a corrupção, inclusive do cidadão comum. Tanto que corrompe como quem é corrompido tem responsabilidade. Quem compra o voto é tão culpado quanto quem vende. Quem é subornado é tão culpado como quem suborna. E enquanto houver mais corruptos do que honestos, sobretudo nas posições em que as decisões são tomadas, esse sistema vai se manter, independente da sua forma. Porém, Padilha não é ingênuo de sugerir que é fácil desestruturar esse sitema. Pelo contrário! Ele mostra que o processo é lento e árduo mas passa, invevitavelmente, por um caminho: você fazer o certo. Resta saber se o espectador vai absorver essa mensagem, ou se a exemplo da crítica do filme à violência da polícia também passará despercebido à maioria dos espectadores.

E você é caveira ou é corrupto?

DON’T PANIC!

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Hoje fui no CEFET IFPB pegar o meu diploma de graduação. Colei grau em 29 de janeiro deste ano (data em que dei entrada no pedido de emissão de diploma) e fui lá, crente de que iria levar pelo menos um sermão por ter demorado tanto tempo pra ir buscar esse papelzinho conseguido a tanto custo.

Chegando no balcão do setor responsável, não me surpreendeu muito que não houvesse ninguém ali já disponível pra atender. Entretanto, depois de uns cinco minutos de espera sem nenhuma movimentação animadora, resolvi ir entrando na sala que fica por trás do balcão. Fui logo me adiantando:

- Boa tarde! Vim buscar meu diploma.

Ao que de pronto a senhora me respondeu com absoluta certeza do que estava falando:

- Não está pronto.

- Mas… a senhora nem sabe quando foi que solicitei o diploma…

- Faz quantos anos?

- Bom… aaaaanos também não né? Desde janeiro…

- Ah, meu filho, tem gente esperando a mais de ano já! Vai demorar um pouquinho ainda.

Compreendendo perfeitamente a mensagem, agradeci e rapidamente me retirei, antes que fosse iniciada a leitura de uma poesia, ou coisa parecida.

Poesia Vogon

Filho de peixe peixinho é

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As eleições estão aí. E não sei se eu que não havia observado antes ou se agora a coisa tá ficando mais imoral mesmo. O fato é que, pelo visto, o sujeito que acha que pode conseguir se eleger “um degrau acima” não tem mais a preocupação de não se eleger e ficar sem mandato. Isso porque é bastante que ele lance o seu filho para o cargo que ele ocupava, e os seus eleitores vão eleger o ‘promissor’ da mesma forma. O que foi que o filho fez pra merecer ser eleito? Bom, eles dizem que vão ‘continuar a luta’ mas, especificamente que luta eu não sei. E enquanto isso, outras famílias vão sonhando em serem as próximas a deter o poder aqui na Paraíba, como vem sendo até hoje. Será que um dia conseguiremos evoluir ou passaremos a nossa existência lutando pra tirar uma família do poder, e depois a outra, e depois a outra, e depois a outra…

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15 anos do Grupo Zumbi de Cultura Popular

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Zumbi

Zumbi

Já vinha há um bom tempo querendo me reaproximar da capoeira e até comecei a treinar no tempo em que cursava engenharia civil mas não me empolguei muito e acabei me distanciando novamente. Até que recentemente Aron me convidou a conhecer um projeto cultural do qual fazia parte e que, nas segundas, terças e quartas, reunia-se no ateliê de Nai pra jogar Capoeira. Logo me identifiquei com a filosofia do grupo, que busca entre outras coisas o resgate da capoeira como expressão cultural ao invés do entendimento simplesmente como forma de luta; a valorização das tradições e dos antigos mestres; e a confraternização entre os diferentes grupos de capoeira. É o Grupo Zumbi de Cultura Popular, criado por Benedito Santos, o Bené.

O Grupo está completando 15 anos de atuação na Paraíba e, neste dia 7 de agosto (sábado), celebra a data no Ateliê Multicultural Elioenai Gomes. A comemoração terá início às 19:30 h e contará com:

  • exibição do documentário Quilombos da Bahia, de Antônio Olavo;
  • exibição do documentário Aruanda, de Linduarte Noronha;
  • entrega de 15 troféus a personalidades da cultura popular e da educação que de uma maneira ou de outra contribuíram com o Grupo nesses 15 anos;
  • muito forró com a banda Os Três do Forró, formada por remanescentes da Comunidade Quilombola Serra do Talhado, onde o Grupo Zumbi de Cultura Popular também desenvolve um trabalho.

Convido todos a celebrar junto conosco e conhecer um pouco o trabalho desse grupo que tanto faz pela valorização da cultura popular e pelo resgate de nossas raízes. Os ingressos custam R$ 10 inteira e R$ 5 para estudantes e comerciários e podem ser adquiridos lá mesmo no ateliê ou diretamente com Bené (83) 8822-4866.

Abaixo, reproduzo o cartaz do evento e o texto de divulgação da própria coordenação do Grupo:

GRUPO ZUMBI DE CULTURA POPULAR

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ATELIÊ  MULTICULTURAL ELIOENAI GOMES

Rua Ladeira da Borborema, 101 – Centro

João Pessoa – PB

3221.9668/8822.4866

GRUPO COMEMORA 15 ANOS

Comemorando os seus quinze anos de idade, o Grupo Zumbi de Cultura Popular, trará no próximo Sábado dia 07 de Agosto de 2010, no Ateliê Multicultural Elioenai Gomes, os Três do Forró, grupo formado por remanescentes da Comunidade Quilombola Serra do Talhado, em Santa Luzia – PB.

Acreditamos que a consciência negra, assim como a capoeira, são instrumentos de amor, maldade, luta e disfarce; mandinga, malicia e malandragem; calma, violência, lealdade e falsidade; ritual, música e criatividade; fé, segurança, harmonia e agilidade; história, filosofia e liberdade; poesia, folclore, coreografia e arte.

Então, em nome dessa busca de consciência, brindamos a todos nesses 15 anos do Grupo Zumbi de Cultura popular e junto com o Ateliê Multicultural Elioenai Gomes, situado na Rua Ladeira da Borborema, 101 – centro construirmos uma idéia fixa e reprodutiva dessas ações nos próximos 15 anos de desafios que virão pela frente, desafios que todo jovem bem aventurado como o Grupo Zumbi de Cultura Popular gostaria de ter.

Para brindar os presentes, teremos a partir das 19h30min à exibição dos documentários Quilombos da Bahia e Aruanda; também a entrega de 15 troféus a personalidades da cultura popular e da educação e muito forró!

Participem valorizar sua cultura é tudo de bom!

A coordenação

A Onda

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Quantos filmes você já assistiu sobre o Holocausto? Provavelmente alguns. Felizmente existem muitas obras que registram essa época sombria da nossa história. Eu mesmo costumava dizer que era sempre bom que assistíssemos a filmes assim, pra que não fossemos capazes de repetir tais atrocidades. Mas será mesmo que conhecer a história é o suficiente pra que não sejam repetidos os mesmos erros? Como se consegue o apoio de uma nação mesmo quando se quer cometer crimes contra a humanidade? A Onda (Die Welle) investiga a raíz de uma questão que está na base não só do regime Nazista como de vários regimes que cometem atrocidades ainda hoje.

O plano inicial nos apresenta a Rainer Wenger (Jürgen Vogel), um professor de uma escola alemã que vai pra o trabalho ouvindo Rock ‘n’ Roll High School no último volume. A empolgação de Wenger não é gratuita (tampouco o tema ouvido no carro), hoje começam as disciplinas semanais e ele ministraria a disciplina de Anarquia. MinistrarIA uma vez que outro professor (do tipo realmente conservador) pegou a disciplina em seu lugar, justamente temendo a identificação dos alunos com o tema uma vez que Wenger era querido pelos alunos e daria a disciplina com paixão, por se identificar com a temática.

Desmotivado, Wenger fica com a turma de Autocracia, decidido a apenas “enganar” durante a semana e ambos, alunos e professor, verem-se livres daquilo. Entretanto, ao perceber como a turma considera impossível a idéia de um regime autocrático na Alemanha de hoje ele traça planos diferentes para o resto da semana: mostrar na prática que é possível!

Aos poucos, o professor vai inserindo os elementos de um regime autocrático na turma: uma figura modelo, disciplina como forma de controle social, uma identidade para o grupo (uniforme, nome, símbolo, cumprimento próprio), e por aí vai. A maior parte dos alunos vai gostando da idéia. Aqueles que ficavam à margem antes agora sentem-se parte do grupo, sentem-se à vontade para participar das discussões, e o grupo começa a ganhar mais união e mais adeptos. Aqueles que discordam do todo são excluídos do convívio e impedidos de participar. O filme, aliás, retrata os dissidentes como peças fundamentais para o desmantelamento do regime autocrático (repare como Karo usa sempre vermelho).

Nesse ambiente, sem que os seguidores da onda percebam, são conduzidos pelo professor Wenger tal qual um regime autocrático. Estava provado o que Wenger queria. Contudo, cego pelo poder que tinha sobre o grupo, Wenger continua com a situação até o limite, quando colocando um aluno dissidente como ameaça à continuidade do movimento, consegue mostrar à turma que eles seriam capazes de apoiar um ato extremo contra esse aluno simplesmente pelo medo de perder aquilo que eles valorizavam tanto naquele instante: A Onda. Só depois disso ele sai do papel de líder do movimento e volta para o papel de professor mostrando aos alunos o que acabara de acontecer ali. Entretanto, nem todos compreendem o caráter pedagógico do experimento (e nesse momento o filme insere um final mais dramático, para chocar mais o espectador).

Você pode estar pensando: “Sim, mas isso é um filme. Não significa que pode acontecer.”. Aí é que você se engana! Aconteceu. O filme é a adaptação de um livro que conta a história do experimento real conhecido como The Third Wave, conduzido pelo professor Ron Jones, em 1967 na California. E, claro, acontece na vida real, não apenas em experimentos.

O filme chama atenção para o fato de que nem sempre a população se dá conta de que está sob um regime autocrático. Quando se olha para a Venezuela de Chávez é bem fácil apontar um regime autocrático mas e os Estados Unidos? Será que tá muito distante disso? Sua realidade, leitor, é muito distante disso? Será que existe um grupo de pessoas querendo impor sua vontade sobre nós? Será que somos levados a viver de uma forma consumista, superficial, materialista? Será que somos conduzidos a não pensar? Qual é o mais perigoso? O explícito ou o camuflado? A Onda nos dá a resposta. Em uma festa (por volta dos oito minutos de filme), Dennis (repare que o personagem leva o nome do diretor) trava o seguinte diálogo com um amigo:

- Martin, diga-me, ok? Contra o quê realmente se deve rebelar hoje em dia? Hoje não tem mais importância, certo? Todos já tem só os seus… seus prazeres na cabeça. O que falta à nossa geração… é um objetivo comum, que nos una a todos.
- Este é o espírito-da-época, olhe em volta de você. A pessoa mais procurada no Google é quem? Paris do-caralho Hilton.
É o diretor Dennis Gansel nos alertando diretamente: Ei, você, olhe ao seu redor! Existe um jogo! Será que você faz parte do jogo? Será que você está sendo levado pela onda?

81? 18!

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Pensando agora não consigo me lembrar de outro modo. E olhe que faço esforço tremendo procurando em cada lembrança distante e recente! Não é que eu tenha apenas uma mesma imagem na mente. Não! Me vem várias imagens à cabeça. Situações diversas. Mas em todas elas ele traz um sorriso estampado no rosto… Desconfio que o sorriso compunha o seu rosto tanto quanto os seus olhos, ou o nariz.

Ano após ano, completava sempre dezoito. Sempre com o sorriso.

Há uns dois anos, quando foi a vez da minha avó Cássia, tirou seu Gol verde da garagem e veio bater aqui em João Pessoa. Imagina!? Enfrentou sozinho o trânsito selvagem do Recife, a BR-101 em obras, e, com toda a dificuldade que as marcas no seu velho Gol indicavam, estava aqui com a gente no momento derradeiro. Sempre com o sorriso. Sempre com dezoito.

Assim foi também há menos de dois meses, na festa dos 90 de tia Áurea. Ficou feliz de saber que agora eu era funcionário público. Elogiou minha mãe, que de todas as filhas de meu avô era, sem dúvida, a mais bonita. Dessa vez, teceu igual elogio à minha irmã. Relembramos a história do tostão achado na rua, que virou alguns côcos, que viraram cocadas, que viraram sustento pra a família ainda quando um meninote. Uma história admirável dentre tantas outras! Registramos também naquela ocasião o quão injustas eram as pessoas  ao compará-lo com Ariano. Sem dúvida alguma ele era muito mais bonito! Demos boas risadas e conversamos a valer na festa. Felizmente. Ele sempre com o sorriso. Sempre com dezoito.

Domingo encontrei com ele novamente. Desta vez não pudemos conversar. Apenas cheguei do lado dele e desejei, ao menos por um dia, enxergar o mundo através daqueles olhos. Ver a beleza que ele via no mundo e que o fazia sorrir ininterruptamente. Foi uma noite longa. Ouvi sobre como tudo tinha sido tão rápido, ouvi outras tantas histórias admiráveis de tio Arnaldo contadas por  Néia, Fred e minha mãe. Com a manhã chegaram mais amigos e parentes. Poucas palavras mesmo se tratando dos Correia Lima. Poucos sorrisos mesmo se tratando dos Lucena. Todos inertes diante do destino que nos aguarda. Mesmo os mais queridos como tio Arnaldo não podem escapar. Por mais que queiramos. Alguns acreditam que foi um presente que a mamãe Lucena recebeu neste domingo. Eu sei que vou lembrar dele sempre. Sempre com o sorriso. Sempre com dezoito.

Zeitgeist

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Ampliando um pouco a discussão do post anterior recomendo que assista o vídeo abaixo (já está com legendas em português). Zeitgeist apresenta uma reflexão sobre a nossa sociedade escancarando as bases sobre as quais ela é construída e as ferramentas utilizadas para a manutenção dessa ordem. Assista, pense, mude.

Comunicação e liberdade no Brasil

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…Liberdade, essa palavra

que o sonho humano alimenta

que não há ninguém que explique

e ninguém que não entenda…

Quando o expectador ouve essas palavras de Cecília Meireles da boca do narrador de Levante sua voz sem dúvida alguma se sente (novamente) no excelente Ilha das Flores. Confesso que a mim soou estranho esse artifício de seguir uma linha tão semelhante à do curta de Jorge Furtado, inclusive com trechos exatamente iguais. Fiquei com a impressão de algo como “Da mesma série de…”.

Mas enfim, independente disso, o curta vale a pena pela importância do assunto abordado. Pedro Ekman fala sobre o direito à comunicação e mostra como no Brasil o controle sobre a comunicação de massa é exercido por um determinado grupo de famílias, há um bom tempo. Se esse assunto é novo ou desconhecido pra você não deixe de assistir aos vídeos abaixo.


Intervozes – Levante sua voz from Pedro Ekman on Vimeo.

Não pude deixar de lembrar também de um vídeo da BBC que vi no Youtube há um tempo atrás mostrando especificamente o papel da Rede Globo na história recente do Brasil. Não deixe de assistir! Escolha a pílula vermelha! : )




Vale paradinha?

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Rogério chora

Rogério chora

Vergonha alheia é o nome do que senti quando vi Rogério Ceni, que cansou de bater pênalti com paradinha, chorando por conta da paradinha do Neymar. Isso é o que eu chamo de um mau perdedor. : )

Nunca entendi direito o porquê dessa discussão em torno da paradinha. Por quê tem gente que acha que não deve valer? A todo instante no futebol um adversário tenta enganar o outro pra obter vantagem. Isso é a base do drible, da finta. Isso é o futebol. Que papo é esse de que enganar o goleiro o deixa em condições desfavoráveis? Daqui a pouco vão querer que o atacante avise pra qual lado vai driblar pra que o defensor não fique em desvantagem. Vão querer que o meio-campo avise pra quem vai lançar pra que o defensor não fique em condições desfavoráveis. Tenha a santa paciência!

Et Cetera e Reticências

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Et Cetera e Reticências

Et Cetera e Reticências

Completando um ano de vida o blog Et Cetera e Reticências, do meu amigo Erick de Almeida, ganhou uma bonita festa. Alguns textos do blog ganharam vida na interpretação do pessoal da Turma do Meio, da Escola de Teatro e Dança Fazendo Arte. Tudo ao som do próprio Erick, Adan Pessoa e Thiago Sombra.

Sinceramente não sei definir exatamente o que é o espetáculo. Tem representação, música, vídeo, enfim tudo. E o que não falta é sentimento, traço marcante no trabalho de Erick. Pulsa! e Rua Bamba como sempre emocionam e Um Bico de Beiço também ficou muito boa com o vídeo da Sofia.

Quem perdeu o de hoje ainda tem uma chance quinta-feira. No Teatro Ednaldo do Egyto, às 20 h. Recomendo! =D

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